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A PAZ DE NANÁ BURUKU

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NANÁ BURUKU, dona das nascentes de água doce, vivia entre os lírios de água de pálidas cores, nenúfares e outras belas plantas enriquecidas com a humidade que ela despendia.

Um belo dia, quando repousava entre as canas bravas olhando como as aves brincavam no cristalino ambiente, sentiu um grande tremor e ouviu um barulho. Era OGUN quem importunava sua paz. As aves fugiram desesperadas e os animais que pastavam ao longe e ao redor também desapareceram.

OGUN viu um veado que, pelo zumbido das abelhas, não havia percebido a presença de OGUN e este, usando seu facão, quis capturá-lo para saciar sua sempre presença de fome.

NANÁ, que tudo via, se apossou de seu corpo animal: DAN (a cobra) e rapidamente se apresentou diante dos olhos do bravo guerreiro quem, assombrado, se retirou ante semelhante aparição.