Arquivos mensais: outubro 2013

INLÉ E SUAS CARACTERÍSTICAS

 

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Inlé simboliza as coisas móveis, variáveis, a hospitalidade, os enganos, os hospitais, os cárceres, as casas de repouso, os asilos, as instituições de caridade, ambulatórios, as sociedades protetoras dos animais, as traições, as dependências hospitalares, o escapismo, os trabalhos isolados, as ciências ocultas, a espionagem, a camuflagem, o martírio, o sacrifício, o serviço e o inconsciente coletivo.

Os filhos de Inlé são intuitivos, compassivos, místicos, humildes, adaptáveis, sensitivos, inspiradores, sacrificados, receptivos, imaginativos, generosos, sentimentais, boêmios, caridosos, amáveis, idealistas, bem intencionados, visionários, tradicionalistas e piedosos.

IKÚ

IKÚ

Ikú é em si a própria morte, a que por mandado de Olófin (Deus) vem buscar aqueles que o seu tempo na Terra acabou, para que logo Olodunmaré decida o destino deles, se irão para Ará Onú (mundo dos espíritos), ou deverão voltar ao Ayé (Terra) para terminar sua missão. Ikú deixou de ser Orishá por sua arrogância e passou a comandar aos Ajogún ou guerreiros do mal (aro, ofo, ejó, egba, fitiwó, akobá, etc).

MÃO DE ORUNMILÁ

A cerimônia de Mão de Orunmilá é conhecida como Ikofa Fun, quando a iniciada em Ifa é uma mulher, e Awó Fakan, quando o iniciado é um homem. A diferença não é só no cerimonial já que a mulher recebe 1 ikin, enquanto que o homem recebe 19 ikins. A mulher recebe 1 ikin em sua consagração, pois a mesma tem Orunmilá para sua adoração e culto, já que Orunmilá é representado em um único ikin, as Apetebis que recebem dezesseis são as Iyafas, ou as Ayafas quando fazem parte da iniciação na hora de receber o Ifá das mãos do Babalawó quando é seu esposo ou filho e se iniciam para o sacerdócio.

Os Guerreiros: Elegbara (Eleguá), Ogun, Oshósi e Ozun e como cuidá-los

A Eleguá, todos os dias pela manhã, antes de sair para a rua se saúda pondo as mãos no chão e pedindo: a benção, saúde, tranquilidade, desenvolvimento e que ele nos livre de todo o mal, da morte, da tragédia e das enfermidades, tanto a quem pede quanto a quem vive na casa.

Olóokun – Profundidade

OLÓOKUN – PROFUNDIDADE

OLÓFIN (Deus) vagava pelo espaço, quando somente havia pedras e fogo. Em função do vapor produzido pelas chamas, grande quantidade de nuvens se acumulou no espaço, precipitando sob a forma de chuva. Onde o fogo havia queimado mais, o terreno ficou mais profundo, dando origem aos grandes oceanos que cercam a terra. Neste momento nascem todas as YEMANJÁS e OLOKUN, que é a mais alta representação dos orishás, depois de ODUDUWÁ.