Arquivos mensais: dezembro 2014

NOVO ANO: SEMPRE HÁ UMA NOVA CHANCE

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Viver é a certeza de que vamos provar um pouco de tudo que há no mundo: as incertezas, as conquistas, a alegria as lágrimas, a esperança, a vitória, a perda, o amor, a tristeza, a plenitude, a frustração etc.

Somos peças em um mundo onde as únicas alternativas que nos restam é viver ou morrer, e um dia só nos restará uma: morrer, realizados ou frustrados de tudo que realizamos ou deixamos de realizar.

LUKUMI (LLUKUMI)

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LUKUMI é um termo aplicado tradicionalmente aos escravos procedentes das zonas YORUBÁS, vendidos em um ou outro barracão do litoral africano, sendo estes escravos, preferencialmente obtidos por espanhóis e portugueses, os que lhes deram tal designação.

Mais tarde, a palavra LUKUMI passou tradicionalmente a ser como um “selo” de garantia para designar escravos, que por suas condições físicas e rendimento, foram preferidos nos mercados espanhóis e portugueses.

AS LINHAGENS DE FAMÍLIA DE ORISHÁS

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ARABIA OVIEDO

Fundadora de uma linhagem de importância na área de Matanzas. AINA YOBO: ÑA MARGARITA ARMENTEROS. Teve uma ampla linhagem na Cidade de Havana. Entre seus afilhados mais conhecidos se destacam TIBURCIA SOTOLONGO, OSHÚN MIWÁ e o conhecido ORIATÉ ABELARDO BECKER.

ADESHINA: ÑO REMIRO HERRERA, pioneiro de IFÁ em Cuba, ao qual chegou aproximadamente no ano de 1830. Acredita-se que teve alguma participação nas cerimônias para criar os primeiros tambores Batá na Ilha de Cuba. Chegou a este país através de Matanzas, cidade onde viveu uma grande quantidade de anos. Logo se mudou para o povoado de Regla, que está em frente a Bahia de Havana, onde viveu por 35 (trinta e cinco) anos. Fundador do Cabildo de Yemanjá, que logo deixou a sua filha JOSEFA PEPA HERRERA, ESHU BI. ADESHINA teria sido raspado de YEMANJÁ, antes de ser BABALAWÓ na NIGÉRIA. Ele iniciou em IFÁ, EWORIO RODRIGUEZ e TATA GAITÁN APARI.

AZOWANO EM DAHOMEY

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Em sua trajetória até a terra DAHOMEY, OMOLÚ demorava muito em chegar, pois atravessava um agreste e largo caminho. Então, na terra de SHAKI, encontrou com uma AYABÁ dessa cidade chamada OTANAGOSO.

Esta jovem tinha muitos cabritos grandes e barbudos que serviam de cavalgadura naqueles lugares. Ela ao vê-lo cansado, lhe ofereceu um cabrito (que era o guia de OMOLÚ) para que continuasse a viagem e lhe deu um tipo de emblema, símbolo, para que onde quisesse chegar, seus servidores lhe oferecessem presentes e um cabrito fresco.

AGANJÚ (AGAYÚ) ATÉ ONDE OS OLHOS PODEM VER

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Nas grandes planícies africanas, olhar e com uma olhada ver tudo o que se possa ver, era na época antiga uma ação determinante entre os homens. Quem dominava a visão de seu entorno, desde o alto de uma montanha ou uma colina, era realmente um privilégio, enquanto que se estes olhos estivessem voltados mais para acima para olhar, sua grandeza seria maior, porque poderia chegar a ver o destino desandando o caminho em qualquer de suas formas antes de chegar aos homens.

FAMÍLIAS DE ORISHÁS

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O agrupamento de várias famílias religiosas tinha em comum muitos dos rituais que se praticavam naquele momento. Estas FAMÍLIAS, com certeza foram encabeçadas pelos religiosos mais destacados da época. AS FAMÍLIAS DE ORISHÁS surgiram como uma necessidade, no sentido de que não havia uma unificação dos rituais e se corria o risco de que muitos deles poderiam se perder, como de fato ocorreu com alguns, devido quiçá a tradição oral.

ORISHAOKO SALVA A TERRA DA INVASÃO DAS ÁGUAS

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Depois que OLOKUN invadiu tudo com suas águas, aos habitantes do planeta não lhe restaram outro remédio senão refugiar-se nas montanhas mais altas.

Muitas foram as intenções de chamar a atenção de OLÓFIN para que solucionasse aquela situação tão difícil. Os homens tiveram a ideia de construir uma grande torre que chegasse ao céu, mas os pedreiros de tanto trabalhar isolados, terminaram falando uma linguagem que os demais não podiam entender, assim também foi com os carpinteiros e a cada grupo de trabalhadores.

OSHÚN E YEMANJÁ

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OSHÚN, a bela entre as belas, gostava de passear pelo monte.

Cantava e brincava com os animais, porque ela amansava as feras e evitava seus ataques e emboscadas.

Um dia OGUN, o ferreiro infatigável que vive na mata úmida e fechada, viu passar a bela OSHÚN e sentiu que também ela lhe transpassara o coração. Impetuoso e bruto, correu atrás dela e isso incitava mais ainda o seu desejo e sua vontade de tê-la em seus braços.

PATAKI DE OKE

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No princípio OLOKUN reinava só no mundo.

Mas OLÓFIN está triste, aborrecido com isso, faltava-lhe algo.

TRABALHO COM OSHÓSI PARA RESOLVER PROBLEMAS DE JUSTIÇA

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1 vela branca de 7 (sete) dias

1 maço de algodão

1 machadinho (miniatura)

Peixe assado (qualquer peixe)

Aguardente

1 coco seco

1 ramo de ervas frias (macassá, elevante, oriri, colônia, algodão, etc)

Linha branca e linha preta