Arquivos mensais: junho 2017

VERDADES OCULTAS E ESQUECIDAS

 

Quando fazemos referência a OSHA-IFÁ, não devemos ignorar que ambas expressões religiosas são produtos da LEI DE CAUSA E EFEITO.

Ao afirmarmos isso, tomamos o fato de que ao revelar as situações que se anunciam para o consulente, também devemos indicar o que se deve fazer para evitar que se suceda o fato anunciado.

Muitas vezes para isso não se requer oferendas e sacrifícios e sim mudar um modo de vida, realizando novas disposições e outras atividades ou ações que levem ao desaparecimento desse mal que perturba a pessoa.

OXUM E YEWÁ

Na terra BABADA BOSHE INLÉ, a rainha era AYÉ TOLÁ, que era OXUM que se vestia de branco. Ela tinha como confidente IKORDIÉ, que tinha a missão de contar tudo para ela, e para isso lhe falava secretamente. AYÉ TOLÁ era muito misteriosa e adorava o ORIXÁ que se chamava YEWÁ, a qual sempre lhe rendia MOFORIBALÉ (reverências).

AYÉ TOLÁ tinha como marido ORUNMILÁ, que governada àquela terra severamente, sob às regras da educação e responsabilidade.

OGUN O GUERREIRO IMPRESCINDÍVEL

OLÓFIN tinha OGUN como um homem de sua confiança, mas OLÓFIN recebia muitas queixas sobre ele, devido a tantas coisas que OGUN fazia e outras tantas coisas que deixava de fazer.

Então OLÓFIN, cansado já de tantas queixas, disse a ORUNMILÁ que tirasse OGUN do mundo.

ORUNMILÁ levou OGUN para sua casa, mas lá o consultou com IFÁ e este disse:

“Este homem é muito importante para que seja aniquilado”

IFÁ determinou que OGUN ficasse na Terra. Para que OLÓFIN não suspeitasse, ORUNMILÁ fez a OGUN algumas oferendas e sacrifícios determinadas por IFÁ e as deixou atrás da entrada de sua casa.

ORUNMILÁ CONQUISTA O DIREITO SOBRE O OGBÉ

No início da existência dos ORIXÁS, OXAGRINAN era o encarregado das inspeções dos trabalhos dos ALAGUEDÉS, na fundição de ADA (ADAGAS).

Ele havia criado em conjunto com OGUN uma Sociedade Secreta chamada BALOGUN, que era uma Sociedade onde todos seus membros eram os únicos autorizados a usar as ADAGAS e ali eles faziam cerimônias secretas e muito fortes onde se colocavam à prova o valor e a resistência dos neófitos para poder ter direito a chamar-se OMO AGADA (filho da adaga forte).