PREVISÕES E RECOMENDAÇÕES DE IFÁ PARA O ANO DE 2018 DA FAMÍLIA IFÁ NI L’ÓRUN

Durante as primeiras horas do primeiro dia do ano, após realizarmos os cerimoniais necessários segundo as indicações de IFÁ, o ODÚ OGBE YONU foi revelado pelo oráculo de IFÁ trazendo as predições Leia mais»

CUBA SACRIFÍCIOS

Em Cuba a REGRA DE OSHA (Culto aos Orixás) é composta da junção de vários povos que cultuavam os ORIXÁS dentro do território YORUBÁ, como por exemplo, os EGBADOS, EGBÁS, IJESÁ, etc. Leia mais»

LUCUMI – ANTIGA TERRA YORUBÁ

Introdução A seguir falaremos um pouco da origem do termo LUCUMI, sua origem, localização, cultura e religião. Abordaremos desde ÁFRICA até o Novo Mundo, como se deu sua preservação e como ainda Leia mais»

VERDADES OCULTAS E ESQUECIDAS

Quando fazemos referência a OSHA-IFÁ, não devemos ignorar que ambas expressões religiosas são produtos da LEI DE CAUSA E EFEITO. Ao afirmarmos isso, tomamos o fato de que ao revelar as situações Leia mais»

OLOKUN – AGANA ERI

OLOKUN é o ORIXÁ da procriação, é a deidade das profundidades oceânicas, onde ODUDUWÁ o acorrentou. Dentro de OLOKUN habitam dois espíritos: SOMÚ GAGÁ e AKARÓ. AKARÓ é o espírito da morte, Leia mais»

A REGRA ARARÁ

O Reino de DAHOMEY se estendeu pelos territórios compreendidos entre os rios VOLTA e o DELTA de NÍGER, ao norte da costa do GOLFO de GUINÉ na ÁFRICA centro-ocidental. Nas primeiras décadas Leia mais»

 

A CHEGADA DOS YORUBÁS AO NOVO MUNDO

A colonização do Novo Mundo marcou de maneira significativa a história do homem, ocasionando grandes avanços e por sua vez a abordagem de diversos problemas, sendo a mão de obra um dos mais significativos, pois com ela chegava a importação de escravos africanos.

No ano de 1501 começaram as importações de escravos negros para o Novo Mundo, onde seus principais trabalhos se desenvolveram nos âmbitos da construção, nas minas, nos campos, além dos serviços domésticos. No geral, eram utilizados para todo tipo de trabalho que o colono branco considerava degradante para sua própria pessoa ou muito duro para realizar.

ORIXÁ OKE

OKE é um ORIXÁ onde começa a firmeza de nossa consagração religiosa, por isso, precisamente ele é representando por um pedaço de rocha ou montanha, por ser considerado o mais forte e firme através dos ODUN (anos) e, por isso é que adoramos e rogamos a este ORIXÁ por nossa estadia e firmeza nessa Terra.

Os IWOROS (olorixás) sabem para que se usa OKE em nossa consagração, quer dizer, seu OTÁ (pedra) e também o que se oferece a ele.

PARA QUE SE CONSAGRAR EM ORIXÁ?

A consagração é a proteção dos ORIXÁS, além do que permite conhecer durante um ITÁ, os conselhos que os ORIXÁS nos dão para uma vida toda, assim como as coisas que nos fazem mal e bem, para que tenhamos uma vida plena e feliz.

A consagração em ORIXÁ não significa que a pessoa deixe de ser como é e que tenha que mudar drasticamente seus hábitos de convivência social, nem tampouco renunciar a sua condição humana natural. Pelo contrário.

A CRIAÇÃO DOS SERES HUMANOS NA TERRA

Desceram então ao plano terrestre os Grandes Benfeitores da Humanidade: ODUDUWÁ, IFÁ e OBATALÁ. O primeiro pegou uma parte de uma legião de espíritos que se encontravam por perto e os instruiu na tarefa que tinha pela frente.

IFÁ modelou um corpo com muito pouca densidade, semelhante ao físico que teria a nova espécie em fase de criação. Cada espírito instruído por ODUDUWÁ ocupou um dos corpos astrais elaborados por IFÁ e em poder dessa morada semi-material, começaram a vagar sobre à Terra.

O SENTIDO DO PUDOR E A INTELIGÊNCIA

A medida que os primitivos se uniam em grupos para se tornarem mais fortes, o encontro de núcleos diferentes era um acontecimento notável, pois isso lhes ampliava as possibilidades de se estabilizarem.

O desejo do homem pela mulher o levou a ser exclusivo com sua parceira, para isso sentia a necessidade da solidão, pois diferente do restante dos animais, executavam seu enlace a vista da manada.

Então surgiu entre os dois um sentimento de vergonha que os fez considerar necessário ocultar suas partes pudendas do resto do coletivo, para que não se exacerbasse o desejo dos mais jovens, pois isto ocasionaria problemas e desordens no grupo.

O HOJE

Somos resultado da diáspora, somos filhos do encontro dos escravos.

Somos netos da miscigenação dos povos africanos em nossas terras, que trouxeram no seu sangue o DNA de várias etnias, cada uma delas regida por uma ou mais divindades YORUBÁ.

Somos tataranetos do coletivo, em meu sangue não corre somente o DNA dos ancestrais de OYÓ, governado pela divindade XANGÔ que rege meu destino, pois deixamos de ser descendentes de um e passamos a ser herdeiros de muitos.

IROKO

ORIXÁ relacionado aos desejos humanos, sejam bons ou ruins. ORIXÁ do caminhante, se consagra através de OBATALÁ.

IROKO é o espírito que vive na raiz para uns e nas folhagens para outros, da CEIBA SAGRADA (ARABÁ).

Todos os ORIXÁS veneram IROKO. É conhecido também por outros nomes como ARABÁ e IROKÉ.

A FORMAÇÃO DA TERRA

Em grupos de sete vieram ao Planeta as DEIDADES MAIORES, sete vibrações – as fundamentais – em cada grupo, com seus séquitos de ENTIDADES MENORES; tinham o propósito de criar a natureza mineral primitiva.

Veio então OLOKUN e formou as fendas profundas que deram lugar aos oceanos, e ORISHAOKO levantou as terras do fundo dos mares.

XANGÔ criou a atmosfera e as nuvens com suas cargas elétricas.

OGUN elaborou os minerais e trabalhou as montanhas.

DADÁ IBANIN: A COROA DE XANGÔ

Também conhecida como OBAÑEÑE ou DADÁ BALDONE. É o ORIXÁ dos recém-nascidos. Também é considerada o ORIXÁ dos vegetais. Quando foi destinado a OBATALÁ povoar o mundo, este entregou a DADÁ a criação dos reinos (vegetal, mineral e animal). Foi quem criou XANGÔ. Não é um ORIXÁ que incorpora, por isso não se consagra em ninguém. Normalmente é representada por uma abóbora forrada de caracóis (búzios). Seus fios de conta são duas miçangas vermelhas e duas brancas, sucessivamente.

ORISHAOKO CULTIVA A VIDA

É o ORIXÁ que nos ensina como cultivar nossas vidas e a terra. É aquele que primeiro cultivou uma plantação. É o ORIXÁ do campo, cultivando sua terra e recolhendo suas colheitas para alimentar sua família.

Quando vemos ORISHAOKO na natureza vemos sua energia cultivando. Os animais são cultivadores também. Os dejetos que os animais excretam, fertilizam a terra e a vegetação que está crescendo. Nós vemos ORISHAOKO como a abelha trabalhadora que está levando o pólen e a seiva de um lugar a outro. Levando algumas coisas que estão perdidas de um lugar distante a outro onde é necessário. Coisas que são escassas são feitas abundantemente.